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Morte de Washington Batista é lamentada pelo deputado Gualberto



Uma notícia bastante triste tomou conta do gabinete do deputado estadual Francisco Gualberto (PT), vice-presidente da Assembleia Legislativa de Sergipe (Alese). No último domingo, dia 29, faleceu o companheiro Washington Batista de Melo, 61 anos. Foi acometido de um mau súbito que ocasionou em uma queda dentro do seu apartamento em Aracaju. Washington foi socorrido, mas não resistiu ao ferimento na cabeça. O sepultamento ocorreu nesta segunda-feira, 30, no cemitério São João Batista, em Aracaju.

Natural da cidade de Cedro de São João, Washington nasceu no dia 14 de abril de 1959. Era formado em Comunicação Social, com habilitação em Relações Públicas, pela Universidade Tiradentes. “Foi uma pessoa com quem tive a honra de conviver por mais de 30 anos na política e na amizade pessoal”, lembrou Francisco Gualberto. “Ele foi filiado ao Partido dos Trabalhadores, mas em 1993 saímos e fundamos o PSTU. Em 1999 voltamos juntos ao PT”, informa o deputado.

Atualmente ele estava como chefe de gabinete na Alese, mas trabalhava com Francisco Gualberto em gabinetes desde 2001, quando iniciou-se o mandato de vereador na Câmara de Aracaju. “Tratava-se de uma pessoa de boa índole, e todos que o conheceram atestam isso. Um homem incapaz de manifestar qualquer ato prejudicial ou agressivo contra qualquer ser humano”, afirma o amigo Gualberto.

Em seu pronunciamento na sessão remota desta terça-feira, 1º, o deputado prestou solidariedade à mãe de Washington, Marinalva Nunes de Melo, assim como aos irmãos Wellington, Willian, João, Graça e demais parentes e amigos que faziam parte do seu convívio. Agradeceu aos servidores da Alese que compareceram ao velório e ao sepultamento. “Principalmente aos trabalhadores terceirizados que frequentam o nosso gabinete e que sabem exatamente como eram tratados por Washington Batista, um grande ser humano”.

Para o deputado, o momento é de muita tristeza. “Nossa relação era muito profunda. Ele é meu compadre, pois batizou minha filha mais nova. Portanto, é uma perda não apenas no campo da política, mas uma perda humana e que abala os sentimentos. Ele era para mim um irmão”, disse. “Quero desejar, com esse triste registro, que Deus lhe acolha e ilumine a sua alma. E também agradeço pela oportunidade que tive em conviver com ele por mais de 30 anos”.


Assessoria de Imprensa – Gilson Sousa – DRT 660/SE

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