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Gualberto critica oposição e diz que corrupção não é exclusividade do PT


O deputado estadual Francisco Gualberto (PT), líder do governo na Assembleia Legislativa, reagiu com firmeza aos ataques feitos ao Partido dos Trabalhadores por integrantes da oposição em Sergipe. Na sessão desta quinta-feira, 26, no parlamento estadual, Gualberto disse que a corrupção descoberta agora na Petrobras tem raízes no governo de Fernando Henrique Cardoso, do PSDB.

“Pelo o que dizem, a corrupção no Brasil só é problema se for praticada pelo PT. Mas nas entrelinhas a própria oposição diz que os outros partidos também praticam. Eles confessam que a direita sempre foi corrupta, mas a população não se incomoda com isso”, adverte Gualberto, que é também presidente do Diretório Municipal do PT em Aracaju. “Parece que a corrupção no time de FHC é uma coisa boa. Mas no PT é condenada”, critica.

Francisco Gualberto irritou membros da oposição na Assembleia quando lembrou que Paulo Roberto Costa, um dos principais acusados pelo esquema de corrupção na Petrobras, é integrante do PP (partido do deputado Venâncio Fonseca e da deputada Maria Mendonça). “Ele está na Petrobras, em postos de direção, há 30 anos. Mas foi no governo do PT, de Dilma Rousseff, que ele foi desmascarado. Foi nesse governo que a Polícia Federal agiu e destruiu o esquema de corrupção do seu grupo”, afirmou Gualberto.

O deputado disse ainda que para a oposição e setores da grande mídia, a corrupção no Brasil tem duas vertentes: a dos corruptos protegidos, no caso do PSDB, e a dos corruptos condenados, no caso do PT. “A elite manipula tudo, a ponto de dizer que o corrupto do PSDB é diferente do corrupto do PT. Eles querem acobertar quem de fato começou toda essa história de corrupção na Petrobras. Nós não concordamos com corrupção alguma.

Defendemos a investigação e a punição dos culpados. Mas é preciso investigar todos”, defende Gualberto.

O deputado petista também disse que vai às ruas defender o governo Dilma e repudiar a ideia de impeachment espalhada pela burguesia que não se conforma com a democracia no país. “Eu não aceito criticas ‘pé de chinelo’ em relação aos meus discursos aqui na tribuna. Serei duro sempre que for preciso. Por isso precisamos colocar as coisas em seus devidos lugares”, rebate o líder governista.

Assessoria de Imprensa – Gilson Sousa – DRT – 660/SE


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